Aos 12 anos, tentei dar os primeiros pontos com minha avó paterna. Como uma menina muito ativa, acabei deixando a agulha de lado. Mas o destino e o crochê se cruzaram novamente no meu aniversário de 25 anos. Ganhei kits de amigurumi da minha avó materna, que lembrou de um comentário meu sobre como achava incrível fazer pelúcias de crochê.

Daquele dia em diante, não parei mais. O que começou como um hobby se transformou em uma paixão que me conectou profundamente com minhas raízes. O crochê me reaproximou da minha avó paterna, que, embora tenha partido, vive em cada ponto que eu teço. E me uniu ainda mais à minha avó materna, minha companheira de aventuras em armarinhos e mentora de novas técnicas.

Hoje, a Malusaart é a materialização dessa evolução: de um hobby à expressão do meu design, sem nunca perder a essência do afeto que herdei. Ao escolher uma peça Malusaart, você leva não apenas uma bolsa ou chaveiro, mas um pedacinho dessa história tecida com amor e tradição.